Nominativa
Só o nome- Protege a palavra em si, escrita de qualquer forma
- Ideal quando o nome é o ativo principal
- Não protege o desenho do logotipo
No Brasil, a marca é de quem registra primeiro. A CEOBRANDS conduz o processo no INPI do começo ao fim, da busca de anterioridade à concessão, para empresas de Penha, Navegantes, Balneário Piçarras e Barra Velha.
Resposta em até 1 dia útil, normalmente no mesmo dia. Atendemos Penha, Navegantes, Balneário Piçarras e Barra Velha.
A propriedade da marca se adquire pelo registro validamente expedido (Lei 9.279/1996, art. 129). Usar há dez anos não garante nada contra quem registrou ontem, salvo o direito de precedência de quem comprova uso anterior de boa fé.
Não é hipótese distante. É o que a CEOCON vê acontecer com empresa que investiu anos no próprio nome e descobriu tarde demais que ele não era dela.
Quem chega primeiro ao INPI passa a ter o direito de uso exclusivo. Você pode ser obrigado a trocar o nome do negócio que construiu.
O titular da marca pode notificar, exigir que você pare de usar e cobrar perdas e danos pelo uso indevido.
Fachada, uniforme, embalagem, cardápio, redes sociais, perfil no delivery. Tudo refeito, do zero, por causa de um nome que não era seu.
Marketplaces e redes sociais têm canal de denúncia por violação de marca. Sem registro, é você quem fica sem o anúncio e sem o perfil.
Duas perguntas e você já sai daqui sabendo o tipo de marca e a classe por onde a sua proteção começa.
O que você quer proteger?
É esta escolha que define o alcance do registro.
O que a sua empresa faz?
O ramo indica a classe do INPI por onde a proteção começa.
Indicação inicial, baseada só nestas duas respostas. A busca de anterioridade confirma se o caminho está livre e se vale registrar em mais de uma classe.
A forma de apresentação muda o alcance da proteção. Escolher errado protege menos do que você imagina.
O INPI também aceita marca de posição e marca sonora. Se o seu caso for um desses, a gente avalia junto com você na análise inicial.
O INPI usa a Classificação de Nice: 45 classes, sendo de 1 a 34 para produtos e de 35 a 45 para serviços. O registro protege a marca dentro da classe pedida. Pedir na classe errada é pagar por uma proteção que não cobre o seu negócio.
Um restaurante que também vende o molho da casa em vidro precisa pensar em duas frentes: o serviço de alimentação e o produto envasado. Cada classe tem retribuição própria no INPI, então a decisão é estratégica: proteger o que sustenta o faturamento hoje e o que já está no plano para os próximos anos. Essa conta a CEOCON faz com você antes de qualquer pedido.
Do primeiro contato à concessão, com você sabendo em que etapa a sua marca está.
Pesquisamos nas bases do INPI se já existe marca igual ou parecida na sua classe. É aqui que se evita um pedido fadado ao indeferimento, e é aqui que muita gente descobre a tempo que precisa ajustar o nome.
Nominativa, mista ou figurativa, e em quais classes. A escolha considera o que você vende hoje e o que pretende vender. Essa decisão define o alcance real da proteção.
Emitimos a guia (GRU), protocolamos o pedido e você recebe o número do processo. A partir do depósito já existe a expectativa de direito, com data e hora registradas a seu favor.
O pedido é publicado na Revista da Propriedade Industrial. A partir daí corre o prazo de 60 dias para que terceiros se oponham (art. 158). Se aparecer oposição, preparamos e protocolamos a defesa dentro do prazo.
O examinador analisa o pedido e pode emitir exigência. Respondemos dentro do prazo, com a fundamentação necessária. Ignorar uma exigência é o caminho mais rápido para o arquivamento.
Deferido o pedido, são pagas as retribuições de concessão e o INPI expede o certificado. Só a partir daí a marca pode usar o símbolo ®, com vigência de 10 anos, prorrogável por períodos iguais.
O tempo total depende da fila do INPI e de eventuais oposições ou exigências. A CEOCON acompanha cada publicação e avisa você a cada movimentação do processo.
Você cuida do negócio. O processo, os prazos e a papelada ficam com a gente.
Transparência: as retribuições oficiais do INPI são cobradas por classe, conforme a tabela do próprio órgão, e entram no orçamento à parte do trabalho técnico. A gente monta o custo total do seu caso antes de você decidir.
O símbolo ® só entra depois da concessão. Antes disso, o correto é não usar nenhum símbolo: o ™ é praxe em outros países e não produz efeito legal no Brasil. Usar o ® sem registro concedido é informação enganosa e pode se voltar contra a própria empresa.
Há 20 anos a CEOCON protege o patrimônio de empresas no Litoral Norte de SC. A sua marca é um ativo, e a gente cuida dela com o mesmo rigor da sua contabilidade.
Conte qual é a marca e o que a sua empresa faz. Um especialista da CEOCON, em Penha, analisa a viabilidade, indica as classes e explica o caminho completo, sem compromisso. Resposta em até 1 dia útil, normalmente no mesmo dia.
A prioridade é garantida na data do depósito: a partir dali o pedido já segura a marca na fila do INPI. O processo completo costuma levar de 12 a 18 meses quando não há oposição, prazo que depende da fila do órgão. Depois do depósito vem a publicação na Revista da Propriedade Industrial, o prazo de oposição, o exame e a concessão.
Pela busca de anterioridade nas bases do INPI, feita antes do pedido. Ela compara marcas idênticas e parecidas dentro das classes que interessam ao seu negócio, inclusive variações de escrita e de som. A CEOCON faz essa busca e explica o risco encontrado antes de protocolar qualquer coisa, para você não gastar com um pedido fadado ao indeferimento.
A classe vem da Classificação de Nice, a lista internacional adotada pelo INPI, que separa produtos e serviços em 45 classes. A escolha segue o que a empresa realmente faz, não o que está no contrato social, e muitos negócios precisam de mais de uma. Levantamos as classes certas na análise, porque registrar na classe errada deixa a marca desprotegida.
Não necessariamente. Pessoa física também pode registrar, desde que comprove atividade compatível com a marca. A gente avalia o seu caso e indica se vale registrar no CNPJ ou no CPF.
Não. O nome na Junta Comercial protege a razão social no estado, e o domínio protege o endereço na internet. A marca é um registro próprio, feito no INPI, e é ele que dá o direito de uso exclusivo em todo o território nacional dentro da classe registrada.
O custo tem duas partes: as retribuições oficiais do INPI, cobradas por classe conforme a tabela do próprio órgão, e o trabalho técnico de quem conduz o processo. O total depende de quantas classes a marca precisa, do tipo de marca e de haver ou não oposição no caminho. Microempresas e MEI têm desconto na tabela oficial. A CEOCON levanta o total do seu caso antes de você decidir qualquer coisa.
Não. O ® só pode ser usado depois que o registro é concedido pelo INPI. Antes disso, o correto é não usar nenhum símbolo: o ™ é praxe em outros países e não produz efeito legal no Brasil. Usar o ® sem registro concedido é informação enganosa e pode se voltar contra a própria empresa, inclusive em disputa judicial.
É a pesquisa nas bases do INPI para saber se já existe marca igual ou parecida na mesma classe. Ela é feita antes do pedido porque evita gastar tempo e dinheiro com um processo que já nasceria com risco alto de indeferimento.
Pode. Depois que o pedido é publicado na Revista da Propriedade Industrial, corre prazo de 60 dias para que terceiros apresentem oposição (art. 158 da Lei 9.279/1996). Se isso acontecer, a CEOCON prepara e protocola a manifestação de defesa dentro do prazo.
O registro vale por 10 anos contados da concessão e pode ser prorrogado por períodos iguais e sucessivos (art. 133). O pedido de prorrogação é feito no último ano de vigência, ou até 6 meses depois com retribuição adicional. A CEOCON avisa você antes do prazo.
O Brasil integra o Protocolo de Madri desde 2019, o que permite pedir proteção em vários países a partir do pedido brasileiro. Se esse for o seu caso, a gente avalia junto com você quais países fazem sentido.
Comece pela busca de viabilidade. Em uma conversa você já sai sabendo se a sua marca pode ser registrada e o que fazer a seguir.